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Qual a principal motivação para estar na política?

A política como uma importante ferramenta de transformação da sociedade. Gostemos ou não, é por meio da atuação na esfera pública que temos a oportunidade de desenhar o futuro de uma cidade, estado ou nação. Aprendi ao longo de 12 anos de atuação na política que a administração pública não é lugar para aventureiros nem amadores, pois as decisões tomadas pelas pessoas que lideram processos podem impactar a vida de gerações e gerações. Boa política é feita por pessoas preparadas, que atuem com ética e comprometimento com a sociedade. É neste contexto que me coloco à disposição para trabalhar. Por graça e misericórdia de Deus, tenho uma família maravilhosa, profissão, princípios cristão e sou uma pessoa realizada em termos profissionais e pessoais. Não dependo da política para viver. Isso me dá muita tranquilidade para disputar eleições com total autonomia e independência, sem ficar refém de “jogo político” ou do conhecido “toma lá dá cá”. Entendo que a política deve ser a expressão da representatividade com responsabilidade.


O que penso sobre a polarização?


Se não tomarmos os devidos cuidados, a polarização pode transformar um momento eleitoral de realização de diagnóstico e apresentação de propostas que efetivamente contribuam com o crescimento do pais processo democrático eleitoral em “briga generalizada" de torcida. Digo “generalizada" por que de fato é isso que acontece quando nos deixamos levar pelo calor das discussões que não necessariamente trazem as soluções para os problemas que enfrentamos não só no Brasil como no mundo.

Um outro efeito perverso gerado pela “polarização” é visto quando só nos importamos com a eleição de cargos para o Poder Executivo (Presidente e Governador) e deixamos de lado a eleição de Deputados e Senadores que, a meu ver, é extremamente relevante para a sociedade, já que as principais pautas que o Brasil precisa discutir passarão ou pelo menos deveriam passar pelas casas legislativas nos próximos anos: reforma administrativa, tributária e política. Se não avançarmos nessas matérias, não mudaremos os rumos do nosso país. Sem falar que as lideranças que elegemos como Deputados e Senadores muito provavelmente serão os candidatos ao Governo de Estado e Presidência da República daqui a 4 ou 8 anos. Precisamos nos atentar na eleição dos nossos representantes, pois escolhas mal feitas custam caro demais para o nosso povo e aí não tem jeito: a urna pune!


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Daniel Martini ocupou o cargo de Secretário Adjunto de Assuntos Jurídicos de fevereiro de 2009 até Dezembro de 2010. Após essa data, assumiu o cargo de Chefe de Gabinete do Prefeito e Coordenador da D

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